A Cultura Pagã da Páscoa - Parte 1


Você sabia que nesta semana ainda é Páscoa, se estendendo até o Shabat próximo? Pois é! Israel está celebrando a Páscoa Bíblica, quando os hebreus saíram do Egito rumo à Terra Prometida - o maior evento da história mundial por causa dos Atos Proféticos. O resultado foi o encontro com a Torah, as Tábuas da Lei. Mas vamos ampliar isso com visão no Novo Testamento. Precisamos entender que a Páscoa, hoje conhecida como uma Festa Bíblica, que remete ao sacrifício de Jesus na Cruz, tem sido comercializada através de adereços pagãos que profanaram a Páscoa Bíblica, instituída por Deus, através de Moisés e do Sacrifício do Cordeiro Jesus. O que eles colocaram? Um coelho, que nada tem a ver com a verdadeira Páscoa narrada na Palavra. Na verdade, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera, representando passagem, como o próprio nome significa, de um tempo de trevas para outro de luz. No hebraico, Páscoa – Pessach – também significa passagem, transição. Em relação à Páscoa Bíblica ou Cristã, devemos fazer uma separação do que é histórico, refiro-me a Idade Média, quando os povos pagãos europeus homenageavam Ostera ou Ostara, que quer dizer Páscoa. Esses deuses egípicios e também de cultura babilônica migraram para nossa sociedade hodierna e têm tumultuado a mente das gerações. Até mesmo alguns cristãos esclarecidos têm se alimentado desses altares, porém há uma ordem bíblica: “Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo. Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é porventura a comunhão do corpo de Cristo?” (I Coríntios 10:15,16) “Ostera ou Ostara é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres”. Em I Coríntios 10:18-22 está escrito:


“Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são porventura participantes do altar? Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?

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