Homem de Dores e uma conquista inédita


Todos podem pensar, e não está errado, que uma dor pode destruir uma pessoa, uma família, uma cidade, um estado, uma nação, ou, até mesmo, instituições. Quantos já pararam suas vidas por causa de uma dor, e quantas dores já foram computadas na humanidade que pararam nações. Exemplo: Uma guerra, um terremoto, fome no território, uma praga, um vírus letal, ou algo mais traumático, como o holocausto.


Tudo isso são dores que a humanidade carregou e não teve gestão emocional para administrar com maestria, pois cada um somava suas frustrações e agravava esse sofrimento nas gerações futuras. Alguém precisava zerar essa dor, pois o homem comum não tem habilidade de gerenciar tantas catástrofes internas. Precisamos de profetas que falam nesse vale e, debaixo da ordem de Deus, mudem as circunstâncias.


“Veio sobre mim a mão do Senhor, e ele me fez sair no Espírito do Senhor, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos. E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos. E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor Deus, tu o sabes. Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor.” (Ezequiel 37:1-4)


O homem, quando ferido, pode se tornar um universo de dores. Como? Sim! O Homem de Dores tomou o lugar da humanidade. Em um só HOMEM estava a dor de todos os homens, assim como a dor de todas as gerações. Se você observar, essa história é tão relevante que nem mesmo você escapou desse processo intercessório. Ele tomou a sua dor! Todos nós somos resposta de uma dor que foi sofrida no Calvário e de uma vitória que foi dada sobre a morte na ressurreição.


“E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” (I Coríntios 15:54-58)


Assim como essa dor de todos os homens estava nEle, de igual modo, a vitória que Ele conquistou também pertence aos que são da aliança. Não podemos entender como um fator comum o que aconteceu no mundo espiritual, pois toda essa cumplicidade divina foi para resgatar o homem que se havia perdido. Se formos olhar com a perspectiva física, o plano do calvário é um choque para qualquer inteligência. Se formos observar pela ótica espiritual, nos regozijaremos por tamanha misericórdia. Assim como morremos nEle e sepultamos nossa dor, com Ele ressuscitamos para desfrutar da vida eterna.


“Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos, certamente, mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências.” (Romanos 6:5-12)


Renê Terra Nova

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