Israel celebra a maior Páscoa da história


Observe estes detalhes: Depois do Egito, Cativeiro Babilônico, e da Diáspora, Israel fica em casa confinado no maior tempo da sua história dos últimos anos. Que lição tremenda para todo o mundo!


As orações ficaram mais efusivas, os Rabinos ficaram mais próximos do povo, os líderes das comunidades ajudaram solidariamente os menos favorecidos, a sociedade dando um exemplo de disciplina, o Muro Ocidental não faltou atalaias e deram um estímulo para as nações, mostrando sua alegria nessa Páscoa atípica. Por que? Bem, todo Shabath, os mais focados na visão sagrada, falam das suas vitórias no deserto e como foi gratificante conhecer a Deus e à Sua Palavra “TORAH”.


Isso fortaleceu o povo e, basicamente, todos servem à pátria, através do exército, e dão sua contribuição para consolidar a terra dos seus pais, sendo preparados para se protegerem dos inimigos, sejam eles gigantes, sejam pragas. Sempre com a confiança de que:


Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra alguma.” (Salmos 91:10-12) Podemos até citar os textos sagrados, que já nos apossamos deles, mas guardados as proporções, esse povo já os declarava como palavra viva, e confessava esses decretos na direção deles por milênios. O histórico de pragas não é novidade para eles, a exemplo do Apóstolo Paulo, que escreve aos Coríntios em I Coríntios 16:54, doutrinando aquele povo, ao citar um texto bíblico da vitória de Yeshua sobre a morte. Porém, Israel já profetizava acerca dessa vitória, e acreditava que o Messias iria vencer todas as pregas e triunfar sobre o inferno e o poder da morte. Uma consciência de proteção divina que aqueles que estavam dentro do ciclo de proteção e de entendimento das declarações proféticas iriam ser imunizados de toda e qualquer ataque do adversário. “Eu os remirei da mão do inferno, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua perdição? O arrependimento está escondido de meus olhos.” (Oséias 13:14) Hoje, sabemos que nós estamos enxertados na raiz, como está escrito em Romanos 11, que éramos jambuzeiros bravos, e por misericórdia fomos plantados em Yeshua, com direito de sermos um só povo e nos deliciarmos da mesma promessa. Esse milagre não é processado na mente dos comuns, precisamos ter a consciência profética para mensurarmos o tamanho da bênção que é sermos partícipes da mesma promessa (comprados na cruz por um Hebreu). Hoje, como Israel administra a Páscoa Atípica, conhecendo os valores da libertação, da caminhada no deserto e de ter, por direto de promessa, a terra mais abençoada do planeta, como falado pela autoridade legítima de Israel, Benjamin Netanyahu – “Israel é a TERRA PROMETIDA, O BRASIL é a TERRA DA PROMESSA”. Nos apossamos desse decreto, crendo que com a mesma medida de bênção que abençoamos seremos abençoados. Queremos a medida da alegria, disposição, inteligência, sabedoria e da fé em Deus que esse povo dispõe para depor seus adversários e vencer todos as pragas.


“Se algum mal nos sobrevier, espada, juízo, peste, ou fome, nós nos apresentaremos diante desta casa e diante de ti, pois teu nome está nesta casa, e clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás e livrarás.” (II Crônicas 20:9) Renê Terra Nova

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