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JERUSALÉM É NOSSA FONTE - Parte 01


“Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus; Nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei.” (Mateus 5:34,35)


Vamos falar um pouco sobre a ISRAEOLOGIA que é um ensino teológico sobre a Igreja e Israel, que tem a Torah como Primeira Aliança e as Sagradas Escrituras da Nova Aliança, ambas estudadas para que não se perca a visão de Jerusalém e como devemos nos posicionar. Por que? Porque muitos teólogos não ouviram sobre essa doutrina, por fazerem parte do ensino romano – base da teologia antissemita com o intuito de trazer a visão cristã para Roma e desfocar as promessas de Deus para Israel. Na verdade, na introdução do pensamento cristão, que no passado apontaram os judeus como assassinos de Cristo, foi desencadeado os cruzados e não pouparam os judeus do primeiro século até a Reforma Protestante. Alguém precisava receber a culpa, mas o Cordeiro era o sacrifício pelo pecado da culpa. “Assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitas pessoas; e aparecerá segunda vez, não mais para eximir o pecado, mas para brindar salvação a todos que o aguardam!” (Hebreus 9:28). Porém toda base teológica era romana até mesmo Lutero com todo bom entendimento das rupturas com as teologias católicas manteve vivo o ensino antissemita. A pregação era: “Os judeus mataram Jesus!”. Quem matou Jesus? Foram os judeus? Não! Quem matou Jesus foram os nossos pecados; Ele veio para essa missão. Embora, sabemos que a administração do ato da via crucis, quem estava na linha de frente era Roma e, religiosamente, quem colocou Jesus em situação difícil foram os religiosos da época que estavam contaminados de doutrinas e interpretações sobre o Messias, e mesmo tendo todos os sinais de quem era Jesus eles não tinham os olhos abertos para isso. “Porque assim como vós também antigamente fostes desobedientes a Deus, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles; Assim também estes agora foram desobedientes, para também alcançarem misericórdia pela misericórdia a vós demonstrada. Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia.” (Romanos 11:30-32)


A Igreja de tradição tem sua base teológica na teologia greco-romana, onde a teologia da substituição é sua tônica maior (que Israel foi execrada e a Igreja agora é a nova Israel). Essa grotesca teologia tem ensinado que Deus substituiu a Igreja no lugar de Israel e um novo povo nasceu para ser o herdeiro da promessa. Isso tem base teológica? Não! Tudo é uma conjectura e invencionice da teologia romana para roubar Israel de nós e tirar o foco da promessa, por interesse político religioso e disputa de poder. Quando o poder entra no coração do homem o raciocínio é enebriado e sua consciência profética é contaminada. Israel nunca saiu do cenário espiritual e Deus não abortou os seus filhos. “Digo, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura diz de Elias, como fala a Deus contra Israel, dizendo: Senhor, mataram os teus profetas, e destruíram os teus altares; e só eu fiquei, e buscam a minha alma? Mas que lhe diz a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal. Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça. Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra. Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos. Como está escrito: Deus lhes deu espírito de profundo sono, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje. E Davi diz: Torne-se-lhes a sua mesa em laço, e em armadilha, e em tropeço, por sua retribuição; escureçam-se-lhes os olhos para não verem, e encurvem-se-lhes continuamente as costas.” (Romanos 11:1-10)


Não existe uma casa com teto se não tiver a estrutura, o que sustenta uma construção são os fundamentos. Israel nos deu o fundamento para que hoje pudéssemos ter essa casa sustentada na Rocha. A visão de Israel é tão bem fundamentada que o pouco de conhecimento bíblico, histórico, teológico e profético são oriundos da nossa casa, Sião. “De SIÃO sairá a lei e de Jerusalém a palavra para toda a terra”. Muitos povos virão e dirão: Venham, subamos ao monte do SENHOR e ao templo do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas. Porque de Sião sairá a lei, e a palavra do SENHOR, de Jerusalém.” (Isaías 2:3). O pacto de Deus com esse povo é irrevogável, e ainda que alguns utilizem os argumentos antissemitas, o Deus de Israel, o Senhor da Igreja, o Salvador da Sua Noiva, em nenhum momento desprezou Seu povo. “O SENHOR Deus diz: Povo de Israel, lembre disto! Não esqueça que você é o meu servo. Eu o criei para que me servisse e nunca esquecerei você. Já perdoei as suas maldades e os seus pecados; eles desapareceram como desaparece a cerração. Volte para mim, pois eu sou o seu Salvador.” (Isaías 44:21,22)

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