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JERUSALÉM É NOSSA FONTE - Parte 14


“Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos! Eu, de pronto, lhe abateria o inimigo e deitaria mão contra os seus adversários. Os que aborrecem ao SENHOR se lhe submeteriam, e isto duraria para sempre. Eu o sustentaria com o trigo mais fino e o saciaria com o mel que escorre da rocha.” (Salmos 81:13-16)


Não tem como uma nação sobreviver com tantos ataques e perseguições, se não for um propósito. Quem foi mais testado do que Israel? E, quem mais enfrentou batalhas e guerras do que esse povo? O que estava por trás disso? O forjar do caráter que Deus estava permitindo. Quando o patriarca da nação, Abraão, teve a visão de que seu povo ficaria escravo por 400 anos, ele só se alegrou depois que viu Jesus reinando na sua plenitude, pois pelo fato da visão ser tão densa ele ficou entristecido, mas sabia que seu povo seria forjado em um nível que nenhuma outra nação conseguiria ter tanto êxito (João 8). Não deve ter sido fácil, o mundo espiritual abrir e tudo ficar como uma tela de LED diante do patriarca, mas o propósito tinha que ser cumprido até para que o caráter desse povo fosse imbatível.


“Depois destas coisas veio a palavra do SENHOR a Abrão em visão, dizendo: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão. Então disse Abrão: Senhor DEUS, que me hás de dar, pois ando sem filhos, e o mordomo da minha casa é o damasceno Eliézer? Disse mais Abrão: Eis que não me tens dado filhos, e eis que um nascido na minha casa será o meu herdeiro. E eis que veio a palavra do SENHOR a ele dizendo: Este não será o teu herdeiro; mas aquele que de tuas entranhas sair, este será o teu herdeiro. Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência. E creu ele no SENHOR, e imputou-lhe isto por justiça. Disse-lhe mais: Eu sou o SENHOR, que te tirei de Ur dos caldeus, para dar-te a ti esta terra, para herdá-la. E disse ele: Senhor DEUS, como saberei que hei de herdá-la? E disse-lhe: Toma-me uma bezerra de três anos, e uma cabra de três anos, e um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho. E trouxe-lhe todos estes, e partiu-os pelo meio, e pôs cada parte deles em frente da outra; mas as aves não partiu. E as aves desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava. E pondo-se o sol, um profundo sono caiu sobre Abrão; e eis que grande espanto e grande escuridão caiu sobre ele. Então disse a Abrão: Saibas, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, mas também eu julgarei a nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com grande riqueza. E tu irás a teus pais em paz; em boa velhice serás sepultado. E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia. E sucedeu que, posto o sol, houve escuridão, e eis um forno de fumaça, e uma tocha de fogo, que passou por aquelas metades. Naquele mesmo dia fez o SENHOR uma aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates; o queneu, e o quenezeu, e o cadmoneu, e o heteu, e o perizeu, e os refains, e o amorreu, e o cananeu, e o girgaseu, e o jebuseu.” (Gênesis 15:1-20)


Não existe liderança forte sem ter por trás um deserto significativo. As lideranças espirituais não surgem dos desejos humanos, as lideranças espirituais aparecem das vocações divinas. Imagine uma nação poderosa como Israel? Para ser quem eles são, precisavam ser treinados. Para ter o que eles têm, precisavam ser provados como foram. O caráter foi treinado. Então, as provas que você tem passado estão relacionadas com o nível de liderança que você terá, porém o que faz a diferença é saber se posicionar no tempo da prova e não negar a chamada que Ele tem feito. Essas provas vêm do Senhor para forjar uma liderança de êxito e nos fazer referencial no tempo da adversidade. Teremos nossas dificuldades, mas o Senhor nos dará forças nos dias da adversidade e nos fará vitoriosos nas guerras que passarmos. Israel tem a mentalidade de conquista e sabe que cada batalha é uma semente para territórios novos e cada guerra dará novas geografias. Assim como Abraão viu o mundo espiritual aberto e não se intimidou, precisamos, como filhos da promessa, manter nossa visão firme ainda que as provas sejam grandes. Não negociei sua chamada!


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