O Evangelho da Graça


Introdução


“Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.” (Atos 20:24)


Quem nasceu de novo sem o Evangelho da Graça? Todos que são do Reino são conhecedores da Graça de Jesus. Me vi, quando adolescente, cantando: Graça tão maravilhosa, graça de Jesus. Maravilhosa graça, maior que o meu pecar. Como poder cantá-la? Como hei de começar? Pois alivia a alma, e vivo em toda a calma pela maravilhosa graça de Jesus. Graça, quão maravilhosa graça, como o firmamento é sem fim é maravilhosa, é tão grandiosa, tão sublime e doce para mim. É maior que a minha vida inútil. É maior que o meu pecado vil. O nome de Jesus engrandecei e glória dai como… Olha a teologia dessa música confirmada na Palavra. Então, que novidade há em se anunciar o Evangelho da Graça? Colocaram fermento no Evangelho do Reino e essa geração está inchada. A graça do Reino é a mesma para todas as gerações, a “graça” do século é a mesma nas gerações perversas que precisava do favor do Céu. Paulo já advertia o gnosticismo na Igreja do primeiro século, que tinha acabado de nascer e já estava infectada por doutrinas estranhas; nada diferente dos agnósticos dos dias de hoje. Nesta série, quero ajudar a Igreja de JESUS, aos que são abertos à Sã Doutrina. Sou um crente maduro, entrei na fase do idoso, e tenho por missão socorrer alguns nobres filhos espirituais de rotas perigosas, que entraram em uma linha “atualizada”, dita por eles, que depois dessa fase, quando chegarem à maturidade, ficarão constrangidos dos ensinos que receberam e de discursos que repetiram. Agora, observe: Estamos na era da mídia social, e tudo que fora ministrado no presente será cobrado no futuro.


Avalie suas palavras no presente para não se tornarem uma sentença contra você mesmo no futuro. Evite dizer uma coisa agora que se torne uma heresia amanhã. Veja alguns extremamente arrependidos das loucuras que ensinaram e como não têm como reverter. Aqueles que se moverem por princípio e não por paixão não serão apanhados em dolo. Não descarto os discursos equilibrados, “modernizar sem mundanizar”, mas sou veementemente conta os exageros e, claro, a apologia à rebeldia. Se você vir um ensino que tem motivação por um reino pessoal, e não submissão, na qual foram gerados os filhos legítimos, pode dobrar o alerta, porque há espírito de rebelião; e a rebelião e feitiçaria são a mesma raiz. “Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como iniquidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei.” (I Samuel 15:23)


Observe o discurso! Muitos estão até ensinado que Igrejas grandes não contêm o Evangelho e que existem Igrejas pequenas que são a essência da doutrina. Pode existir verdade, mas também existem inveja. Será que esse discurso é original, ou querem esconder mediocridade? A Igreja Primitiva, no seu primeiro discurso, quase três mil pessoas nasceram; e lembre-se: Eram judeus doutrinados, as conversões foram de verdade, com direito a perderam a liberdade e a família. E, na sequência do discurso cinco mil vidas, depois seguiram para oito mil, depois uma multidão que não teve mais como contar nem como parar o efeito. “E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” (Atos 4:32,33)


Continua…


Renê Terra Nova

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