O Evangelho da Graça e minha conduta aprovada


Neste tempo, ensinando sobre o Evangelho da Graça, uma doutrina sem fermento, pude ler muitos conteúdos para saber o que estava no arraial gospel. Um desses editoriais, que condena o religioso e absolve os prostitutos, foi um deles. É como se tudo que vivêssemos, nosso “esforço” para nos dedicar à uma vida de santidade, nossa busca pela vida de Deus no nosso caráter e nossa conduta de aprovação social fossem para o ralo. Um desses “autores” disse “que a fila dos pecadores não confessos que Jesus é o Senhor, e a multidão dos menos favorecidos, iriam herdar o Céu no lugar daqueles que mantiveram um bom caráter, e que a nossa falsa conduta de esforço desnecessário (grifos dele), não nos levaria ao Céu”, e que seríamos punidos, por “julgar” pecadores e os menos improváveis herdariam a eternidade.


Na visão dele, assim interpreto, a GRAÇA serviu para quem não serve e não serve para quem serviu. Interpreto: Fidelidade não vale para esse autor. Minha lealdade a Deus, à família e à sociedade, na visão de alguns, é desnecessária. Uma verdadeira confusão e inversão de valores. Literalmente, uma ESQUERDOPATIA partidária enrustida de EVANGELIQ