Sem Lockdown na Páscoa


Páscoa – “Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” (I Coríntios 5:7)


O assunto desses dias foi: “Não podemos ter Lockdown!”. E houve uma mobilização nacional por parte das autoridades. Começamos as comemorações da Páscoa Bíblica. O M12 convida todos os seus discípulos, e nascidos de novo, a se envolverem nessa celebração que é muito especial, única, inédita e irrepetível, a Páscoa. Não sei qual foi a direção do seu ministério, mas siga cabalmente, pois relembra a libertação dos hebreus da escravidão do Egito, saindo do jugo de Faraó, rompendo com o primeiro Lockdown oficial com uma nação. Isso é extremamente poderoso e é marcante, também, por seu significado profético, compartilhar o cordeiro nas casas, e estar preparados para o maior mover de liberdade da história. Não estamos vivendo algo muito parecido?


A Páscoa cristã aponta para Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, Aquele que deu a Sua vida, fazendo expiação pelos pecados de toda a humanidade. O momento é histórico e atípico, mas provocador de reflexão, pois se um dia, em um Lockdown, Deus venceu a praga e libertou o povo, essa é a hora de tomarmos posse da nossa liberdade, pois nosso Jesus já está ressuscitado e tem uma esperança viva dentro de cada um de nós. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.” (I Pedro 1:3)


Neste tempo, tão delicado, devemos parar para refletir sobre o que o Senhor Jesus quer comunicar com a Sua Igreja e com os Seus filhos. Somos uma geração que, a despeito das dificuldades que temos enfrentado, temos conservado a FÉ e a esperança em Cristo Jesus. Ele é a nossa Páscoa! A Festa da Páscoa deve ser celebrada entre o povo hebreu – sua libertação das garras de Faraó, e do maior Lockdown já registrado na história antes de 2020 – assim como devemos celebrar o Cristo ressuscitado que nos arrancará do Lockdown e cárceres dos Faraós atuais, assim como das prisões da alma.


“E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.” (I Coríntios 15:14-19)


Renê Terra Nova

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