A Doutrina do Evangelho e a Doutrina de Cristo (Parte 20)


Nesses dias, fomos e estamos sendo visitados por uma nuvem diferente. A cada dia, o progressismo, que é o gnosticismo moderno, ou neognosticismo, tem solicitado a Igreja para muitas culturas, nas quais a NORMALIDADE foi adotada como doutrina do secularismo. Não conheço ainda um líder autêntico que não tenha sofrido com essas invasões no universo da Igreja: Os dons adormecidos e o compromisso com o Evangelho enfraquecido. Mas, os remanescentes estão se levantado, e não negociam os princípios ensinados pelos seus pais, com a visão de que o pecado está aumentando a graça está crescendo. O pecado não tem poder de se assentar no trono, para reinar no centro do coração de um nascido de novo.


“Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.” (Romanos 5:19-21)


Nesse cenário de confusão teológica, em que esses conflitos não vão melhorar, a única alternativa são as escolas de formação e a Doutrina de CRISTO, para que seja ministrado o preparo básico e as pessoas não se desviem do caminho. Bem, mais que nunca, precisamos de MESTRES APROVADOS que conheçam Jesus e sejam nascidos de novo, para que a Igreja não receba doutrinas de demônios nem se confunda com o espírito desse mundo. Até parece que estamos lidando com uma Igreja leiga, mas muitos estão afetados com as enxovalhadas de ensinos contraditórios que alimentam a carne e depõem contra a Doutrina do Senhor Jesus.


“Sabe, porém, isto: Que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, intemperantes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.” (2 Timóteo 3:1-5)


Agora, parece ofensivo se afastar de algumas pessoas, até coloca em descredibilidade a nossa maturidade espiritual. Então, o que nós precisamos? Bem, me avalio um homem maduro, mas nos últimos cinco anos tenho visto e ouvido coisas que eu não imaginei que existisse no comportamento humano nem no campo espiritual. Por uma questão de preservar minha integridade profética e a saúde espiritual do rebanho, precisei me afastar de algumas pessoas, tendo que tirá-las da minha vida, do meu convívio espiritual e familiar, pois a conduta depunha contra nosso ensino e contraditava o que eu pregava por toda a minha vida.


Isso foi fácil? Não! Pessoas que eu amava, mas não concordava com o modelo de vida que adotaram. Mas foi necessário! Essas pessoas continuam com conduta que minam a saúde espiritual do rebanho e influenciam negativamente a doutrina da Igreja. Enquanto não mudarem, não manteremos relacionamento. A ordem de ruptura não é nossa, é sugestão do próprio Senhor. Principalmente os que tem a falsa espiritualidade e linguagem treinada para contaminarem os domésticos da fé e descredibilizarem nossa geografia espiritual. _“Tendo aparência de piedade (falsa espiritualidade), mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.” (2 Timóteo 3:5)


Renê Terra Nova

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