A quem eu decido servir



“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” (Mateus 6:24)


Como servos não temos escolhas. O que possuímos, ou vem de Deus ou não é validado por Ele. A nova geração de servos precisa de doutrina, porque não entende o que é o perfil de servir a Deus de uma forma mais intensa. Não vejo níveis de renúncia nem preço pago para que esta geração possua o caráter de Jesus. É chamada a geração do amor, do tudo pode, do: “Eu preciso ser feliz”, e sem nenhum peso de responsabilidade joga tudo fora.


A doutrina calvinista (com todo respeito aos sérios) não tem permitido que as pessoas sejam focadas no princípio doutrinário, pois a normalidade tomou conta do caráter de muitos. Insisto que esta geração não conhece o poder do fogo no fogo, da prova na prova, do teste no teste; tudo está na experiência do outro e não no testemunho próprio. O processo de ser ouro refinado não mais existe, e ser igual aos frágeis na fé virou conduta de ordem.


O texto diz que preciso servir a UM SENHOR; não se pode dividir serviço para dois senhores. Claro que a interpretação de Mamom está correta quando se fala de dinheiro, mas nesse contexto Jesus está falando de pensamentos divididos, inversão de valores e de colocar coisas no lugar do Rei. A maioria de nós se confunde na hora do serviço. Há uma área venal na direção de algumas pessoas (não me refiro a você) que tudo que fazem no Reino há por trás um interesse material.


Observe: Mamon é um termo derivado da Bíblia usado para descrever riqueza material ou cobiça, na maioria das vezes, mas nem sempre, personificado como uma divindade. A própria palavra é uma transliteração da palavra hebraica “Mamom” (מָמוֹן) – que significa literalmente dinheiro. Porém, está falando também de uma DIVINDADE estranha que domina a mente e os valores, que não permite que SERVIR seja um ato de voluntariedade, mas de reconhecimento até monetário para que a obra seja realizada.


Devemos SERVIR sem interesses, sem colocar peso nem nas costas do Rei nem no seu Reino. Eu sei que muitos vivem da OBRA, e isso é legítimo, pois está escrito: “Os pastores que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.” (I Timóteo 5:17), porém, existem aqueles que funcionam na Casa de Deus e no Seu Reino e são voluntários, esses têm um peso diferente, pois O PODER DE SERVIR lhes dá também posição de honra por parte do Rei, tanto na Igreja como na vida secular.


Quem aprende a servir tem mais alegria no seu modo de viver. E então, decididos a servir o Único Senhor, o Modelo dos Servos?


Renê Terra Nova

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