Ampliando a Geografia da minha mente (Parte 8)


“De sorte que haja em vós a mesma mente que houve também em Cristo Jesus.” (Filipenses 2:5)


Já imaginou alguém possuidor da mente de Cristo? Quando comecei estudar esse texto vi que os sentimentos podem ser governados, e devemos escolher os sentimentos que nos ajudem a viver a vida de Deus e, claro, não ser tropeço para os que nos observam. Essa proposta é para uma vida mais saudável, pois quem tem uma mente curada não terá dificuldade de conviver em geografias diferentes. O problema é que muitos não entenderam o poder do pensamento e como eles definem as geografias. Uma mente adoecida, com certeza, leva a falência até a geografia conquistada. Até os observadores nos pedem ajuda. Como? Há um grito do mundo para que as pessoas não decepcionem na fé aqueles que nos elegeram como modelo. Claro que não temos “obrigação” de nos castrarmos para que outros sejam aprovados, mas temos a missão de testemunharmos d'Aquele que trouxe a vida de Deus para nós e transformou nossa atitude e reformou nosso caráter, Cristo Jesus.


Ter os mesmos pensamentos. Olha a sugestão do Apóstolo Paulo. Que nível de libertação é essa? Uma geografia plenamente governada pelo Senhor, onde pensamentos e atitudes estão alinhados com Jesus e Sua Palavra. São muitos desafios para que a geografia da alma e os pensamentos fiquem debaixo de governo. Quando eu descobri que posso governar meus pensamentos e selecionar os que permanecem em mim e os que eu posso arrancar como sementes negativas, que não devem povoar essa geografia nobre (a mente), comecei a ter uma vida mais produtiva e, claro, menos adoecida. Como líder, tenho motivos de viver magoado, mas como cidadão do Reino tenho o dever de me manter saudável. Essa é a diferença que se resume em escolhas: Ou eu adoeço, ou me mantenho saudável, até mesmo para que possa ajudar outros a governarem seus sentimentos.


“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” (Filipenses 2:5)


Quando comecei fazer o exercício do domínio dos pensamentos, minha vida ganhou outra perspectiva; melhorei a qualidade do sono e, também, o estilo de vida, onde a geografia da minha alma precisava dar bons frutos e não ficar conservando sementes malignas. Você me perguntaria: “Quais foram essas ferramentas?”. Simples! Uma delas: Orar a Palavra. “Quem ora a Palavra já sai com a resposta”. – Valnice Milhomens. Todas as vezes que vinha um sentimento, ou pensamento ruim, eu orava a Palavra e a promessa que o Senhor havia me dado, e não dava vantagem para que uma mentira do adversário se adiantasse, anulando a promessa do Senhor. Descobri que devemos exercitar essa Palavra viva e ter a mesma MENTE que Jesus teve. Vivendo esse princípio, qual geografia da alma que não servirá de modelo? Faça esse exercício e bem-vindo a uma geografia da alma permanentemente frutífera e sarada nos ambientes onde você tramita.

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