Cristo e o Evangelho libertador


“Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus; como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti.” (Marcos 1:1,2)


Conhecer o tamanho do Evangelho de Cristo é mergulhar na visão de que Ele repetiu os profetas que estavam corretos, corrigiu os discursos que estavam humanistas e exortou as ministrações de interesse religiosos. É lindo ver que Jesus não tinha problemas de se relacionar com ninguém, contanto que a pessoa adotasse seu discurso e não colocasse em dúvida o seu Evangelho, o Evangelho limpo que transforma o pecador e oportuniza o desesperançado a encontrar novidade de vida.


Todos nós sabemos que Cristo era esperado para ser um líder político, que por estratégia tomasse os tronos que fossem sendo levantados e, óbvio, apagasse o passado dos opressores que regeram Israel e evitasse outros governos que os subjugasse. Embora Jesus não tenha aberto mão da sua chamada profética, porém a ratificou que Seu reino engloba tudo. Isso provocou ciúmes e muitos se levantaram contra o seu discurso. Falar que Ele era o Messias, revelava a sua identidade e, consequentemente, a tomada de territórios; isso impactava a pequenos e grandes. A revelação de Cristo era a essência do Evangelho LIBERTADOR.


“Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.” (Gálatas 5:1)


Poucos entendem a diferença de Jesus para o Cristo esperado. Jesus seria o Salvador da humanidade e Cristo, o que tomaria os tronos para que o MASSHIA reinasse. Ou seja, Jesus salva a todos e sua chamada messiânica levanta o Reino que seu governo fosse eterno. Houve muita resistência porque Ele revelava:


“O meu Reino não é desse mundo, daqui Eu não sou!”. Porém os homens não acreditavam nesse discurso, pois o Messias (Cristo), Dono de um Evangelho único, tinha como obrigatoriedade da sua missão, libertar os cativos e tirar dos grilhões das mortes os filhos do Deus Vivo, para que pudessem desfrutar da vida que Ele instrui: “Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas. Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” (João 10:7-11)


Renê Terra Nova

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