Experimentando o Livramento


"Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” (I Coríntios 5:7) Sabemos muita coisa sobre a Páscoa. Mas esse assunto é inesgotável, pois fala da eternidade; e mesmo que saibamos muito, precisamos ampliar a visão da nossa libertação. Talvez, com todo conteúdo que temos, ainda nos falta a compreensão e o sentido dessa celebração de 7 intensos dias – que é um ciclo de muitas manifestações do Espírito. O termo Páscoa vem da palavra hebraica pessach, que significa passar por cima – no sentido de relevar, pular além da marca ou passar sobre. A primeira Páscoa está escrita no livro de Êxodo, no capítulo 12, e aconteceu há muito tempo atrás, quando o povo de Deus, o povo de Israel, era escravo no Egito. Essa semana falamos um pouco sobre esse assunto na LIVE. O clamor do povo por um libertador chegou até o Céu: “E ouviu Deus o seu gemido, e lembrou-se Deus da sua aliança com Abraão, com Isaque, e com Jacó; e viu Deus os filhos de Israel, e atentou Deus para a sua condição.” Êxodo 2:24,25) A condição de ser escravo é terrível, e Jesus Cristo, o Cordeiro Pascal, nos libertou do peso do pecado e da escravidão das trevas. “Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.” (Romanos 6:22). A natureza do homem é para ser livre, para ser tomado em outro nível de caminhada. O homem não aceita ser escravo dele mesmo, dos outros, nem de faraós que se levantem com suas tiranias, uma hora a liberação se manifesta. O povo de Deus clamava muito, com intensidade a Deus para ser liberto daquela opressão do inimigo. Você conhece a história de Moisés, levantado por Deus em uma estratégia incrível para conduzir o povo até a terra prometida. Mas o que ocorreu nesse processo? Houve uma resistência entre a solicitação de Deus, por intermédio de Moisés, ao tirano Faraó. Bem, uma estratégia foi montada pelo próprio Senhor. Então, Deus mandou 10 pragas para o Egito. O que é praga? Praga é uma maldição. As pragas foram um sinalizador, porque o povo do Egito acreditava no deus das pragas que protegia a Faraó e sua dinastia. Mas com a manifestação das pragas haveria uma desmoralização tanto de Faraó como dos seus falsos deuses. Vejam as pragas que Deus permitiu sobre o povo do Egito:


1 - As águas se tornaram sangue

2 - Rãs

3 - Piolhos

4 - Moscas

5 - Doenças

6 - Sarna

7 - Saraiva com fogo

8 - Gafanhotos

9 - Trevas

10 - Morte dos primogênitos.


Deus permitiu essas pragas, porque Faraó fazia resistência à Sua Palavra e mantinha o povo Escolhido em escravidão, não querendo obedecer. E a última praga foi a maior prova que um ser humano poderá passar: Perder seu primogênito. Ou seja, a perda do primogênito é a eliminação da descendência, pois os egípcios criam que se morressem os primogênitos sua história seria exterminada; eram crenças pagãs. Por isso, a história dos Faraós foi eliminada. A morte de todos os primogênitos do Egito sinalizou o fracasso dos deuses. Foi a noite mais tensa da história antes do Calvário, pois a história das opressões estava acabando de uma forma terrível. A Páscoa sinaliza que as opressões estão com seus dias contados e que o povo viverá uma liberação através do Calvário, porque Jesus, nosso Cordeiro Pascal, irá trazer essa liberação para toda a Terra. Essa é a Páscoa mais diferente da nossa geração e dos nossos pais, em compensação teremos o maior livramento que nosso olhos já viram. Depois da praga, estaremos mais limpos. Creia! Feliz Páscoa! Renê Terra Nova

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