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Jesus inaugura seu Reino


“E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no Evangelho (O evangelho do Reino).” (Marcos 1:15)


A fascinação que temos por esse Reino nos faz entender que não se trata de um reino comum, de um domínio limitado. Ele está fora de qualquer esfera geográfica, física e espiritual. Você lembra quando Jesus nasceu? Os reis vieram até Jesus; não foram 3 reis magos, o Senhor moveu o coração dos reis para virem honrar a Jesus, em um ato histórico irrepetível; somente na parusia que se cumprirá essa palavra que está em Filipenses, que todos dobrarão os seus joelhos diante do Rei dos reis, Senhor dos senhores.


Você já raciocinou que súditos não se curvam a senhores comuns, mas não tem como um servo autêntico não se curvar a um Rei legítimo, ninguém deixará de genuflexiar seus joelhos diante do Rei que inaugurou seu Reino que não tem fim. Assim como começou, assim vai ser encerrado esse período, até que todos os reinos rendam suas coroas a Ele.


“E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.” (Filipenses 2:8-11)


Existe tempo para tudo, tempo para começar e tempo para encerrar o que começou (Eclesiastes 3). A visão do Evangelho do Reino não teria nenhum respaldo se não fosse começado por Jesus. Muitos inauguraram esse desejo, mas só Jesus tinha o poder para estabelecer o Reino e suas bases. Todos esperavam um Rei que nascesse na herança monárquica, vindo do trono de homens para impactar os povos. A desatenção com as profecias frustrou a maioria dos que caminhavam na expectativa da manifestação do Rei e seu Reino. Jesus inaugura o reino quando começar a falar com autoridade do propósito para o qual Ele veio, e sua ministração era ARREPENDIMENTO, como passaporte de autoridade para entrar no Reino. Ninguém poderia ingressar com a mente do passado nem com a herança dos pecados culturais que divergiam com a visão do Reino que Ele apregoou.


“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.” (João 18:36,37)


A inauguração do Reino foi com o objetivo central de startar o projeto de Deus para que nações fossem consolidadas. Eu vejo que há uma necessidade de entendimento do porquê Jesus escolheu a Galileia para expandir sua visão. A Galileia, por ser a região marítima, era o lugar ideal para se consolidar nações e fazer com que o nome de Jesus corresse mais veloz, pois o Porto que afluía as multidões de todos os lugares era testemunha de que havia um homem, que se comportava como Rei, libertando seu povo dos tormentos de demônios, curando todos os feridos de todas as suas enfermidades, e trazendo esperança para os aflitos.


Todos sabem que quando Jesus trouxe o Reino, Roma estava administrando Jerusalém com um reino usurpado e Jesus se tornou ameaça para César. Porém, hoje você vê que até Roma tem um governo no Vaticano que “representa Jesus”. Mesmo não concordando, nós vemos que Jesus não perdeu; o objetivo do Reino era limpar as geografias.


Renê Terra Nova

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