O Evangelho de Cristo e sua maravilhosa Luz


“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” (1 Pedro 2:9)


Que luz é essa? Quando Deus quis manifestar a glória dEle, Ele chamou a luz para ser testemunha da Sua criação, e manifestar o poder sobre as trevas. É por demais maravilhoso saber que nem o próprio Deus se “move” em regiões onde as trevas tramitam, não que Ele não possa, mas Ele não fere princípios. Não existe comunhão entre luz e trevas nem existe projeto que venha de Deus onde as trevas estejam envolvidas. A missão do Rei é banir as trevas e manifestar o poder do Seu Reino. “O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.” (Colossenses 1:13-18)


O problema da Igreja é essa associação entre luz e trevas, uma comunhão permitida pelos homens que não foi autorizada pelo Senhor. Às vezes, em nome da graça, estamos nos envolvendo com questões que a Bíblia não nos permite. Que tipo de comunhão há entre a luz e as trevas? E o próprio Deus nos exorta por estarmos criando um “evangelho” que não tem absolutamente nada com o instrução de Cristo Jesus, em que muitos estão fazendo alianças com jugo desigual, maculando o Evangelho de Cristo Jesus. “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” (II Coríntios 6:14-18)


Bem, nós somos uma geração eleita, um sacerdócio Real, um povo de propriedade exclusiva, extraídos do império de trevas para Sua maravilhosa Luz. Esse resgate não foi com proposta de retorno, se Ele nos tirou de lá, por que alguns querem pra lá voltar? É uma incongruência, vemos que pregadores não querem confrontar pecadores, por isso estão tendo a dificuldade em administrar problemas agravantes nas Igrejas. A visão de Deus é de ruptura entre luz e trevas, a visão do homem é da junção das trevas para a luz. Porém, o plano do Senhor não se renderá aos caprichos humanos nem tão pouco ficará escarnecido pelos facilitadores de caminhos, contaminando a geração eleita e pervertendo o povo da promessa. “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, que em outro tempo não éreis povo, mas agora sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia.” (I Pedro 2:9,10)

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