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O Homem do Calvário


“Levando, ele mesmo, em seu corpo, os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.” (I Pedro 2:24)


Jesus foi esse Homem do Calvário, que suportou toda dor para que pudéssemos alcançar Sua graça. Por não saber o que é calvário, não se dá importância sobre o quanto o processo do calvário foi doloroso e apontava para a Redenção da humanidade, pois ali estaria o Filho de Deus, o Salvador do mundo. O calvário, ou Gólgota, é representado pela colina onde Jesus foi crucificado. Mas existe uma curiosidade teológica nisso que dá sentido às nossas caminhadas em Jerusalém, que na época de Jesus, o calvário, ou GÓLGOTA, ficava fora da cidade de Jerusalém.


O que esse termo significa? Calvário “caveira", referindo-se a uma colina ou platô que contém uma pilha de crânios, ou a um acidente geográfico que se assemelha a um crânio bem no ponto estratégico em Jerusalém; impossível passar por lá e não identificar essa caveira. Foi um lugar alto que os romanos escolheram para crucificar suas vítimas, como você verá no texto bíblico abaixo. Foi num calvário que Jesus foi crucificado, e se cumpriu a profecia. Quantos passaram por aquele calvário? Mas, a história mudou desde o dia em que o calvário recebeu Ele, o Unigênito do Pai. Nem mesmo o Calvário, “Gólgota”, permaneceu o mesmo, virou um lugar de disputas, estudos, curiosidades, é uma base da religião romana, mas não se perde a oportunidade de ser explicada pelos seguimentos religiosos mais curiosos da façanha bíblica. O homem do calvário revolucionou a terra a partir daquele lugar.


“E, levando, ele, às costas, a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama Gólgota, onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio. E Pilatos escreveu também um título, e pô-lo em cima da cruz; e nele estava escrito: jesus nazareno, o rei dos judeus. E muitos dos judeus leram este título; porque o lugar onde Jesus estava crucificado era próximo da cidade; e estava escrito em hebraico, grego e latim. Diziam, pois, os principais sacerdotes dos judeus a Pilatos: Não escrevas, O Rei dos Judeus, mas que ele disse: Sou o Rei dos Judeus. Respondeu Pilatos: O que escrevi, escrevi. Tendo, pois, os soldados, crucificado a Jesus, tomaram as suas vestes, e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e, também, a túnica. A túnica, porém, tecida toda de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será. Para que se cumprisse a Escritura que diz: Repartiram entre si as minhas vestes, e sobre a minha vestidura lançaram sortes. Os soldados, pois, fizeram estas coisas.” (João 19:17-24). Com certeza, esta série vai mexer com você e vai lhe edificar muito. A tônica não é o calvário, mas quem foi crucificado lá.


Renê Terra Nova

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