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RESTAURANDO ISRAEL - Parte 17


“Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos.” (Isaías 66:8)


O profeta Isaías faz uma pergunta: “Poderá uma nação nascer em um só dia?”. E o texto diz: “Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos. Abriria eu a madre, e não geraria? diz o SENHOR; geraria eu, e fecharia a madre? diz o teu Deus. Regozijai-vos com Jerusalém, e alegrai-vos por ela, vós todos os que a amais; enchei-vos por ela de alegria, todos os que por ela pranteastes; para que mameis, e vos farteis dos peitos das suas consolações; para que sugueis, e vos deleiteis com a abundância da sua glória. Porque assim diz o SENHOR: Eis que estenderei sobre ela a paz como um rio, e a glória dos gentios como um ribeiro que transborda; então mamareis, ao colo vos trarão, e sobre os joelhos vos afagarão.” (Isaías 66:8-12). Esse milagre aconteceu “em 14 de Maio de 1948, David Ben Gurion, presidente da Organização Sionista Mundial e presidente da Agência Judaica para a Palestina, proclamou oficialmente o nascimento do Estado de Israel”*.


A vitória começou a ser desenhada. As nações tiveram que votar que Israel deixaria de ser exilada, um povo errante sobre a terra, e voltaria para sua casa. Exceto os países árabes, por uma questão até de visão territorial. Um total de 87 membros votaram a favor da adoção do pedido; Israel, os Estados Unidos e outros 24 membros votaram contra; e 53 se abstiveram. Os palestinos têm domínio limitado na Cisjordânia e Jerusalém Oriental foi anexada por Israel em um movimento não reconhecido internacionalmente. Mas nosso voto, como Brasil, foi crucial. O diplomata brasileiro Oswaldo Aranha presidiu a Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1947, que tomou a histórica decisão da partilha que levou à criação do Estado de Israel em 1948. O ato constituiu um importante marco nas relações do Brasil com o nascente Estado de Israel. Segundo alguns historiadores o voto da decisão foi do Brasil.


A maioria de nós nem imaginava que esse milagre aconteceria na nossa geração. A Igreja do primeiro século foi exilada, juntamente com Israel, que não ficou fora do plano, e voltou ao território dois mil anos depois, com o direito de ser Israel de novo. Isso não é um milagre? A figueira floresceu! Como foi esse processo? Israel, como uma terra que não merecia voltar ao seu espaço geográfico, e sim viver errante pela terra por tal pecado cometido contra o Messias, retornou. Quando Teodor Heretz profetizou em 1898 que Israel, em 50 anos, voltaria a seu território, falando sua língua, mantendo seus valores, ninguém creu. O retorno de Israel em 1948, 50 anos depois dessa profecia, aconteceu. O que houve? Israel regressa e se torna uma nação pujante, próspera e com todo direito de ser, exatamente, o que Jesus disse em Lucas 21:29-33. A FIGUEIRA FLORESCEU! Israel e a Igreja têm os ponteiros do relógio alinhados. A Igreja tem seu direito profético para desfrutar da prosperidade integral, servir um Messias completo e Sua Redenção se manifestar na hora certa a esse povo. “E Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.” (Lucas 21:24)


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